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Tecnologia Low-code no agronegócio: a chave para evoluir em 2023

Um mercado responsável por grande parte da riqueza brasileira, o agronegócio tem expectativa de aumento de 10% na produção em 2023, ante um crescimento de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Além da continuidade da guerra da Ucrânia e da alta inflação, o setor deve se modernizar para expandir no próximo ano.

Trata-se de uma área de extrema importância para as nossas vidas. Afinal, está conectada a praticamente tudo o que envolve o dia a dia da sociedade. Ninguém vive sem alimentos e demais produtos de procedência do campo, como os biocombustíveis, a madeira, o algodão etc. Segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as cidades que têm forte participação do agronegócio conseguiram gerar empregos formais acima da média nacional de 9,5% em 2022.

Com mudanças políticas e econômicas e a evolução da sociedade 5.0, torna-se ainda mais necessário discutir a transformação digital do agro e entender como o estado e as empresas devem se colocar dentro desse cenário no Brasil. O agronegócio brasileiro é responsável por impulsionar a cadeia de alimentos e só com a tecnologia conseguirá atingir a qualidade produtiva necessária para atender à quantidade de pessoas previstas para habitar o planeta.

O setor alcança dimensões impossíveis de serem humanamente monitoradas, em que o sucesso depende de fatores incontroláveis que vão desde o clima, a geografia até pestes e parasitas. É preciso absorver todo o controle possível para obter resultados bem-sucedidos.

Para enfrentar esse cenário e garantir redução de custos e alta performance, a tecnologia  low-code pode ser a chave para empresários do agro – dos pequenos aos gigantes. Com capacidade de desenvolvimento e customizações, reduzindo o tempo dos projetos em até 80%, a solução permite entregas mais eficientes.

Além disso, é possível optar livremente por serviços que ofereçam maior aderência aos processos diretamente ligados ao crédito do agronegócio, incluindo a análise de crédito e os riscos, a gestão de documentos, o monitoramento agrícola, entre outros exemplos que dependem inteiramente da integração entre os sistemas para garantirem entrega e evolução da produção.

A promessa é aumentar a produção de alimentos e a qualidade dos produtos, já que com todos esses recursos, é viável descobrir onde há riscos para o trabalho, a existência de pragas e plantas daninhas, entre outras funções. Além disso, também é possível calcular de antemão todos os custos de logística e o monitoramento de maquinário.

No mesmo sentido do potencial do mercado agro, as soluções desenvolvidas com plataformas low-code serão responsáveis por 65% de todos os softwares até 2024, de acordo com um levantamento da Gartner.

Isso significa que a maioria dos aplicativos criados será desenvolvida usando plataformas que oferecem programações “prontas”, o que pode ser uma alternativa consistente para atender às demandas diretamente da ponta da cadeia, em que os indivíduos têm total expertise sobre o negócio em seus departamentos. São os próprios engenheiros agrícolas, gestores, produtores e demais profissionais do agro desenvolvendo soluções para suas dores do dia a dia. Receita de sucesso.

Fonte: Portal do agronegócio

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