Composição Ministerial: Com fim do período de desincompatibilização, Governo Federal nomeia novos ministros
Durante a primeira reunião ministerial do ano, o presidente Lula (PT) anunciou a nova composição do primeiro escalão do governo federal, em razão do período de desincompatibilização que antecede as eleições deste ano, encerrado no último sábado (4).
Nesse contexto, foram realizadas alterações em 18 ministérios, abrangendo as seguintes pastas:
- Casa Civil da Presidência da República (CC/PR);
- Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI/PR);
- Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA);
- Ministério da Aquicultura e Pesca (MPA);
- Ministério das Cidades (MCid);
- Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA);
- Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC);
- Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC);
- Ministério da Educação (MEC);
- Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP);
- Ministério dos Esportes (MEsp);
- Ministério da Fazenda (MF);
- Ministério da Igualdade Racial (MIR);
- Ministério do Meio Ambiente (MMA);
- Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO);
- Ministério de Portos e Aeroportos (MPor);
- Ministério dos Povos Indígenas (MPI); e
- Ministério dos Transportes (MT).
A maioria dos novos ministros já integram o governo em funções de segundo escalão como secretários-executivos, considerados perfis mais técnicos e com menor custo político, visando garantir continuidade administrativa até o fim do mandato.
Permanecem à frente de suas respectivas pastas os seguintes ministros:
- Alexandre Padilha (Saúde);
- Alexandre Silveira (Minas e Energia);
- Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos);
- Frederico Filho (Comunicações);
- General Marcos Amaro (Segurança Institucional);
- Guilherme Boulos (Secretaria-Geral);
- Gustavo Feliciano (Turismo);
- José Múcio (Defesa);
- Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação);
- Luiz Marinho (Trabalho);
- Márcia Lopes (Mulheres);
- Margareth Menezes (Cultura);
- Mauro Vieira (Relações Exteriores);
- Vinícius de Carvalho (Controladoria-Geral da União);
- Wellington César Lima e Silva (Justiça e Segurança Pública);
- Wellington Dias (Desenvolvimento Social);
- Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional); e
- Wolney Queiroz (Previdência Social).
PERFIS
Confira abaixo mini perfil dos novos ministros:
| Novo(a) Ministro(a) | Antigo(a) Ministro(a) | |
| Casa Civil da Presidência da República (CC/PR) | Miriam Belchior, antiga secretária-executiva, nomeada para o cargo na última semana. Miriam Belchior é mestre em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas. Foi ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão (2011-2014) e presidente da Caixa Econômica Federal (2015-2016). Antes, na Casa Civil, entre 2003 e 2010, foi responsável pelo monitoramento dos projetos estratégicos do Governo Federal e pela articulação e monitoramento intensivo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De 1997 a 2002 foi secretária de Administração e Modernização Administrativa e posteriormente secretária de Inclusão Social e Habitação da Prefeitura Municipal de Santo André-SP. | Rui Costa (PT) deixa a pasta para disputar a uma vaga do Senado pela Bahia. |
| Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI/PR) | Pendente de designação de novo ministro | Gleisi Hoffmann (PT) deixa o ministério para disputar uma vaga no Senado pelo Paraná. |
| Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) | André de Paula (PSD), antigo ministro da Aquicultura e Pesca, nomeado para o cargo em março. André de Paula é formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e é servidor público federal de carreira. André de Paula está na vida pública há mais de 40 anos. Foi vereador da cidade do Recife e deputado estadual, em Pernambuco, por dois mandatos. Exerceu o cargo de secretário de Produção Rural e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (1999-2002) e secretário estadual das Cidades (2015-2016). André foi deputado federal por 6 mandatos, consecutivos, período no qual foi 2º vice-presidente e 4º secretário da Mesa na Câmara dos Deputados, líder da Bancada do PSD, líder da Minoria, presidente da Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) e presidente da Comissão de Legislação Participativa (CLP). | Carlos Fávaro (PSD) deixa o cargo para disputar novamente vaga no Senado por Mato Grosso. |
| Ministério da Aquicultura e Pesca (MPA) | Rivetla Edipo Araujo Cruz, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo em março. Rivetla Edipo Araujo Cruz é servidor técnico de carreira (IDAM-AM), engenheiro de Pesca pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA, 2013), mestrado em Aquicultura e Recursos Aquáticos Tropicais (UFRA, 2016) e doutorado em Ecologia Aquática e Pesca (UFRA, 2020), com período sanduíche na Univertsity of Florida, Gainesville FL, in the Engineering School of Sustainable Infrastructure Environment (Watershed Ecology Lab). Foi nomeado em julho de 2024 como secretário-executivo do MPA. | André de Paula (PSD) deixa o ministério e assume a pasta de Agricultura e Pecuária. |
| Ministério das Cidades (MCid) | Antônio Vladimir Lima, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo na última semana. Servidor federal da carreira de analista de infraestrutura desde 2008, Moura Lima tem trajetória consolidada no ministério. Em 2024 e 2025, atuou como secretário-executivo substituto e adjunto. Engenheiro civil formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com mestrado em Geofísica Aplicada e especializações em gestão do desenvolvimento territorial e gestão orçamentária e financeira no setor público, acumula experiência nas áreas de infraestrutura, planejamento e gestão pública. Na pasta, foi analista, assessor técnico e gerente de projetos na Secretaria Nacional de Habitação. Também exerceu a coordenação-geral de Urbanização no então Ministério do Desenvolvimento Regional (MIDR) e a coordenação-geral de Assuntos Estratégicos do gabinete do MCid, além de participar de grupos de trabalho voltados à adaptação climática. Antes de ingressar no serviço público, atuou na Braskem e na Refinaria Landulpho Alves, então sob gestão da Petrobras. | Jader Filho (MDB) deixa o cargo para concorrer como deputado federal pelo Pará. |
| Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) | Fernanda Machiaveli, antiga secretária-executiva, nomeada para o cargo em março. Fernanda Machiaveli é gestora federal da carreira de Especialista em Política Pública e Gestão Governamental (EPPGG) há 13 anos. É doutoranda e mestre em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP). Graduada em ciências sociais na USP, recebeu bolsa integral no Departamento de Governo da Harvard University (2004-2005). No governo federal, ocupou as funções de chefe de Gabinete da Secretaria-Executiva da Secretaria-Geral da Presidência da República (SG/PR) e chefe de Gabinete do MDA. Liderou a área de Transformação Governamental na Enap (GNova Transforma/Enap), coordenando projetos de gestão estratégica e inovação. Antes, foi analista política da Tendências Consultoria, assessora da presidência da Sabesp, consultora da UNESCO e coordenadora de advocacy da Rede de Justiça Criminal. Atuou também como docente na FGV-Brasília, na Escola de Direito Paulista, no Centro Universitário do Distrito Federal e no Programa Lidera.gov da Enap. | Paulo Teixeira (PT) deixa o cargo para concorrer a deputado federal por São Paulo. |
| Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) | Marcio Elias Rosa, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo esta semana. Formado em Direito pela Instituição Toledo de Ensino de Bauru-SP, é mestre e doutor em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, exerceu o magistério (direito administrativo e tutela coletiva) e foi procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo por dois mandatos (2012-2016) e secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo (2015-2018). Também exerceu o magistério nas áreas de direito administrativo e tutela coletiva e foi membro do Ministério Público de São Paulo (MPSP), onde atuou como promotor de Justiça de Direitos Difusos e Coletivos (2009-2012) e promotor de Justiça e Cidadania (1986-2009). | Geraldo Alckmin (PSB) deixa o ministério para ser pré-candidato a vice-presidente. |
| Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) | Janine Mello dos Santos, antiga secretária-executiva, nomeada para o cargo em março. Janine Mello é cientista política formada pela Universidade de Brasília (UnB), onde também concluiu mestrado em Ciência Política e doutorado em Sociologia Política. Atuou no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e na Casa Civil, onde exerceu, desde janeiro de 2023, a função de secretária-adjunta de Políticas Sociais na Secretaria Especial de Avaliação Governamental. Ao longo de sua carreira, participou da formulação e da implementação de políticas estruturantes, como o Plano Brasil sem Miséria, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Programa Territórios da Cidadania. | Macaé Evaristo (PT) deixa o cargo para concorrer como deputada estadual em Minas Gerais. |
| Ministério da Educação (MEC) | Leonardo Barchini, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo na última semana. Leonardo Barchini é bacharel em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), possui mestrado em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília (UnB) e é doutorando em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas (FGV), além de ser pesquisador associado da instituição. É servidor público federal há mais de 30 anos. Iniciou a carreira no próprio MEC, na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior na (CAPES, 1994-2022), onde atuou como analista sênior em Ciência e Tecnologia. Ocupou diretorias de programas, chefia de gabinete e assessoria internacional, além de ser nomeado secretário-executivo em 2024. Entre 2013 e 2016, integrou a gestão Fernando Haddad (PT) na Prefeitura de São Paulo como secretário de Relações Internacionais e Federativas. De setembro de 2023 a julho de 2024, dirigiu o escritório da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI) em Brasília, impulsionando eventos como o Encontro Ibero-Americano de Cultura e agendas do G20. | Camilo Santana (PT) deixa o cargo e deve participar da coordenação da campanha de Lula. |
| Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP) | Tadeu Alencar, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo esta semana. Graduado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE, 1988), com especialização em Direito Tributário (UFPE-ESAF, 1999) e em Administração Judicial pelo Programa Internacional de Treinamento da Universidade da Georgia, EUA (2007). Foi auditor no Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE, 1991-1993), procurador na Procuradoria da Fazenda Nacional (PGFN, 1993-2007), procurador geral do Estado de Pernambuco (2007-2010), secretário da Casa Civil do Estado de Pernambuco (2011-2014) e atuou também como secretário nacional de Segurança Pública no Ministério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP, 2023-2024). Além disso, foi eleito para deputado federal pelo estado de Pernambuco pelo PSB por dois mandatos consecutivos (2015-2019 e 2019-2023), tendo exercido a vice-liderança do partido em diversos períodos até janeiro de 2023. Ainda no âmbito da Câmara dos Deputados, presidiu as Comissões Especiais destinadas a emitir parecer ao PL 1646/19 (Devedor Contumaz) e ao PL 10887/18 (Improbidade Administrativa). | Márcio França (PSB) deixa o cargo para tentar integrar a chapa de Fernando Haddad (PT) em São Paulo. |
| Ministério dos Esportes (MEsp) | Paulo Henrique Perna Cordeiro, antigo secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social, nomeado para o cargo em março. Paulo Henrique Cordeiro é advogado, professor e gestor com ampla experiência no serviço público. É mestre em Direito Constitucional e Tributário, professor de graduação e pós-graduação e especialista em Direito Público. Com atuação no Ministério do Esporte desde 2023, foi secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social. | André Fufuca (PP) deixa o cargo para disputar a uma vaga ao Senado pelo Maranhão. |
| Ministério da Fazenda (MF) | Dario Durigan, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo em março. Graduado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP, 2007) é mestre em direito constitucional pela Universidade de Brasília (UnB, 2018). Foi procurador da USP (2009-2010) e atuou na Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (2011-2015). Além disso, foi assessor especial na Prefeitura de São Paulo (2015-2016), consultor jurídico da União em São Paulo pela Advocacia-Geral da União (AGU, 2017-2019) e membro fundador do Núcleo de Arbitragem da AGU. Foi ainda diretor de Políticas Públicas do WhatsApp no Brasil (2020-2023). | Fernando Haddad (PT) deixa o ministério para concorrer ao governo do estado de São Paulo. |
| Ministério da Igualdade Racial (MIR) | Rachel Barros de Oliveira, antiga secretária-executiva, nomeada para o cargo em março. Rachel Barros de Oliveira é socióloga, doutora em Sociologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ, 2016), com mestrado pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ, 2009). Foi pesquisadora e professora vinculada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e à UERJ, além de integrar projetos com foco em favelas, juventude e mulheres negras. No MIR, exerceu o cargo de chefe da Assessoria Especial (2023-2025) e, posteriormente, secretária-executiva da pasta (2025-2026). | Anielle Franco (PT) deixa o ministério para concorrer como deputada federal pelo Rio de Janeiro. |
| Ministério do Meio Ambiente (MMA) | João Paulo Ribeiro Capobianco, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo na última semana. João Paulo Ribeiro Capobianco é biólogo pela Universidade de Santo Amaro (UNISA, 1982), com especialização em Educação ambiental pela Universidade de Brasília (UnB,1986) e doutorado em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP, 2017). Ao longo da carreira, atuou na formulação de políticas públicas, combate ao desmatamento e conservação da biodiversidade, tendo ocupado cargos estratégicos no próprio ministério e em organizações ambientais. Capobianco também já dirigiu entidades como o SOS Mata Atlântica (1988-1994) e o Instituto Socioambiental (ISA, 1994-2002). No MMA, ente os anos de 2003 e 2006, foi presidente das Comissões Nacionais de Biodiversidade (Conabio) e de Florestas (Conaflor), bem como do Conselho de Gestão de Recursos Genéticos (CGen). Exerceu ainda o cargo de secretário de Biodiversidade e Florestas (2003-2007), de vice-presidente do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama, 2007-2008) e de secretário-executivo (2008-2009). | Marina Silva (REDE) deixa ministério e deve concorrer a uma vaga ao Senado por São Paulo. |
| Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) | Bruno Moretti, antigo secretário especial de Análise Governamental da Casa Civil, nomeado para o cargo em março. Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal Fluminense (UFF, 2002), mestrado em Economia da Indústria e da Tecnologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2004) e doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB, 2012). Realizou estágio pós-doutoral pelo Departamento de Sociologia da UnB. Atualmente, é doutorando em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Iniciou sua carreira como Analista de Planejamento e Orçamento do MPO, em 2004, onde foi Diretor da Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos (2009-2012), assessor da Secretaria Executiva (2013-2014) e membro suplente do Conselho Deliberativo da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (Funpresp). Atuou no Conselho de Administração e Conselho Fiscal da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH, 2013-2015). No Ministério da Saúde (MS) foi diretor e secretário-executivo substituto da Secretaria Executiva (2014-2015). Já na Casa-Civil da Presidência da República atuou como secretário-executivo adjunto (2015-2016). Foi Assessor Técnico no Senado Federal, de Economia, Infraestrutura, Política Fiscal e Orçamento Público (2017-2022) e assumiu o cargo de Conselheiro de Administração da Petrobras (2023-2025), tendo atuado também como membro do Comitê de Investimentos da Petrobras. | Simone Tebet (MDB) deixa o ministério para disputar a uma vaga ao Senado por São Paulo. |
| Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) | Tomé Barros Monteiro da Franca, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo em março. Formado em Direito pela Faculdade Integrada do Recife (2006) e mestre em Gestão Pública para o Desenvolvimento do Nordeste pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE, 2013), é pós-graduando em Gestão de Aeroportos e cursa MBA em Concessões e Parcerias Público-Privadas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Ao longo da carreira, ocupou cargos de liderança como secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco, secretário de Saneamento do Recife e secretário executivo de Turismo do Estado, além de recentemente ocupar o posto de secretário nacional de Aviação Civil do MPor. No Congresso Nacional, atuou como assessor parlamentar no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. No Judiciário, chefiou a assessoria de desembargador federal no Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6). Também lecionou disciplinas como Direito Constitucional, Direito Ambiental e Processo Legislativo em instituições de ensino superior e na Escola Judiciária do TRT6. | Silvio Costa Filho (REP) deixa o ministério para concorrer como deputado federal em Pernambuco. |
| Ministério dos Povos Indígenas (MPI) | Eloy Terena, antigo secretário-executivo, nomeado para o cargo em março. Luiz Henrique Eloy Amado é indígena do povo Terena em Aquidauana (MS) graduado em Direito pela Universidade Católica Dom Bosco (2011) e doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2019) e em Sociologia e Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF, 2022). Possui ainda pós-doutorado em ciências sociais pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, França (EHESS, 2020).? Atuou como coordenador do Observatório Povos Indígenas e Sistema de Justiça Criminal da APIB e membro do Grupo de Trabalho Direitos Indígenas: acesso à justiça e singularidades processuais, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Foi ainda membro da Comissão de Assuntos Indígenas (CAI), na Associação Brasileira de Antropologia (2019-2020) e da Comissão Especial para defesa dos direitos dos povos indígenas do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB, 2012-2016). | Sônia Guajajara (PSOL) deixa o cargo para concorrer como deputada federal em São Paulo. |
Atenciosamente
Deybson de S. Cipriano – Presidente da Federação Assespro
Adriano Krzyuy – Presidente da Assespro-PR
